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Posts Tagged ‘bateria’

Que ele passa o dia “pensando nas invenções” é certo. Não para. Quando ele está quieto com o olhar parado na reta do horizonte, é que vem bomba… como já falei aqui é que nem aquele desenho Pink Dink Doo, que quando a menina pensa a cabeça vira um balão e ela começa a subir se enchendo da própria imaginação e possibilidades.

Aqui, posto algumas “releituras” de máquinas de lavar (com design arrojado de Theo : ))), equipamento-engrenagem (como ele diz) que chama bastante a atenção de Theo. A propósito: por várias vezes ele acompanha todo o ciclo de lavagem em cima de uma tamborete na área de serviço. Diz que quer entender o mecanismo.

Vasilha de brinquedo, mangueira do chuveirinho do banheiro, mais um pedaço do "velho" banco dado a ele pela prima Gabi


Hélice de ventilador "ferro velho" que ganhou do cara que veio fazer manutenção no ar-condicionado + grade de um outro ventilador que ele ganhou + cesto de colocar roupa lavada

Colocando a "danada" pra funcionar. Na montagem: cesto de colocar roupa limpa + grade do ventilador branco + grade de um outro ventilador (preto) + hélice (ferro velho) que ele ganhou do cara que veio fagzer manutênção no ar-condicionado

Em ação!

ps: quando reclamo que ele só faz desmontar todos os brinquedos, a resposta vem de pronto: se é pra você reclamar, mamãe, era melhor não ter me dado isso. Por que você comprou, então? Você sabe que eu só gosto se puder entender como funciona. Se não quer deixar, então não me dê e pronto.

ps1: nessas horas lembro de minha infância. Especificamente do meu irmão, Deço, que curtia “destruir” os aviões que meu pai trazia de viagem para ele colecionar – num desejo maior do pai do que do filho – que, na verdade, queria mesmo era desmontar pra pegar a bateria e fazer barquinho de isopor. Ele fazia vários, de vários modelos. Nessa época, morávamos na rua Padre Roma, Parnamirim, e bem em frente da nossa casa tinha “um clube” (não sei exatamente o que era, mas sei que tinha um lagão e que hoje é um super prédio com a casa de frente). Deço também não me dava folga e todos os meus brinquedos entravam na roda. Como se fosse hoje, lembro do Gênius (brinquedo que eu adoro até hoje, tenho e jogo – e que não deixo Theo nem chegar junto), do meu carrinho que tocava “disquinhos” e por aí vai. Deço desmontou. Eu, mais novinha na época, abri o berreirão. E o “coitado” do meu irmão teve que montar em dois segundos. Hoje, Deço “morre de inveja de Theo”. Diz que o pequeno, com a permissão da gente, consegue ser mais feliz que ele foi (já que teve seus desejos frustrados com muito esporro). : )  E confessa: amava desmontar e montar…. saber como tudo funcionava, reinventar. : ) E aí é, igualmente, onde os laços se cruzam e se bifurcam em novos horizontes, em outros contextos.

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