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Archive for outubro \20\+00:00 2009

Vê o filhote “mais grande” no sentindo de fortalecimento emocional é tudo de bom. No sentido literal não existe. Pra mãe o filho nunca cresce. Mas hoje, diferente da nossa rotina, Theo foi de escola comigo e não com o pai, que já estava cedo em reunião de trabalho. No normal quando isso acontece (fazia tempos que não rolava) sempre dava algum fuzuê que não era lá muito “tranquilo”. Theo teimava em fazer manha pra mim…

Teca, a babavó, quando Michiles me avisou que era eu quem ia levar fez logo um “vixe”… : ) imaginando a odisseia que poderia vir a ser a nosso manhã.

Mas não é que não foi nada disso.

Fez manha sim para escovar os dentes. Pra apressar o passo. É uma tartaruguinha, esse pequeno. Tartaruguinha linda. Mas tartaruguinha com vontades de brecar o tempo a todo instante e ficar mais um momento em casa brincando com suas coisinhas.

Saimos no carro. Eu, que estou com o braço esquerdo doloridíssimo (de estilar dirigir) fui já conversando que iríamos arranjar uma alternativa para eu não forçar o braço (tentando emgabelá-lo antes que ele me pedisse braço como de costume). Parei em frente mesmo à escola e disse: Theo, tu tais é grande, meu amor. Pega tua mochila, coloca nas costas e vai hoje sozinho. Chega aqui na janela e me dá um beijinho. Mais tarde eu volto pra te pegar.

Ele todo cheio de vontade, até apressado para realizar aquela novidade, pegou a bolsa e foi-se. Na volta, claro que eu fui dar a Cezar o que é de Cezar e caí de elogios para o pequeno: meu amor, mamãe está com muito orgulho de tu. Você foi sozinho pra sua sala?! E Rebeca falou alguma coisa? E ele: “Que legal, Theo!!”

“Mamãe, quero ir assim agora todos os dias”. : )

Meu pequeno, em mais um dia ganho, em mais um dia de leão morto, foi um passo a frente em sua independência. Eu, a mãe, com muito orgulho, estou nesta terça-feira com uma felicidade que só as conquistas dos filhos podem provocar na gente.

ps: Theozinho, amor sem cálculo, de minha vida: hoje sou só orgulho de você.

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Esperando junto com Theo Marcelino e Leo a vez para ir lá pro tatame. Essa foto não dá muito pra ver... esperando outras fotos para postar.

Esperando junto com Theo Marcelino e Leo a vez para ir lá pro tatame. Essa foto não dá muito pra ver... esperando outras fotos para postar.

O sábado começou com o judô de Theo e aquela sensação do tipo ” o que será que vai rolar”. Minha última experiência na quadra do Vera Cruz não tinha sido nada boa. Expectativa demais minha, coragem de menos em Theo e uma conclusão: estava errada de ter expectativas sobre o outro; estava certo o poder-sentir de Theo… era primeiro ano de colégio, tímido, nao estava afim de dançar quadrilha na frente de um mar de gente que ele nem conhecia. Achei a ideia ruim do colégio (fazer numa quadra que não era do colégio deles… não dava a sensação para eles de pertencimento). Passado a agonia calor-choro-zoada-forró-e-roupa-quente-esquentando-o-juízo fui embora sem ter visto a participação do meu pequeno…

Mães também protagonizam cenas de pura imaturidade por assim dizer… : )  Claro que queria vê-lo todo desinibido lá no meio. Mas Theo é Theo e não as minhas vontades do que ele seja….

Bem, voltemos a quadra do Vera Cruz again…. chegamos, Theo de quimono, todo pronto. Assim que dei de cara com aquele espação, gente saindos pelos batentes, microfone…o professor de Theo comandando tudo. Ou seja: não estaria ele ali pertinho de Theo.

Mas Theo me surpreendeu. Assim que viu os tatames (eram três), ele falou: mamãe, olha que tatame massa!!!! : ) Eu achei graça da observação, e fui só de motivações para o que viria: ele entrar lá na quadra e lutar num daqueles tatames com a torcida vendo.

Mas o nosso pequeno se mandou quando o microfone anunciou o nome dele. Entrou no tatame e lutou. Medalha de prata. Eu, um pontinho naquela torcida, era só orgulho dele. Orgulho do que ele tinha encarado pra estar ali: matado um leão pessoal, dando um traço na timidez… em seus limites. Minha medalha pra ele foi bem mais por isso do que pelos golpes. Ele soube ser derrubado (que golpe!) e derrubou. Não ficou em cima do adversário. Saiu logo. Mas derrubou e pronto. Teve direito a pódio, medalha dada pela madrinha, minhá irmã queridíssima Carlota, fotos e beijos meus, do pai, de carlota, da avó e da baba+ baba + babavó Teca.

Fomos pra casa com um super menino no carro. Assim que chegou fez da casa uma área de parkour. Os móveis eram só obstáculos. A cada corrida, uma pergunta com ar de desafio: mamãe, sabia que eu sei correr tão forte e não caio? sabia que sou muito forte? Sabia que eu consigo acender a apagar a luz da cozinha sem ficar de ponta de pé? Sabia que eu sei subir no sofá e pular? Que eu corro forte e paro antes da porta da varanda? Nem toca, olha, olha? Foi amanhã toda e mais o comecinho da tarde assim.

Eu nem acredite no que uma “medalha” é capaz de fazer. Como ele ficou tão orgulhoso dele. Saiu de um “tatame” que dava medo, de exercícios que ele dizia serem difíceis pra ele, a consagração, ao reconhecimento. A se sentir podendo enfrentar e encarar seus próprios medos. A gente como mãe, infelizmente, só pode estimular; até às vezes a forçar a barra, mas não tem como “ultrapassar” esses obstáculos para o filho. A gente vê… torce, proporciona formas… mas tem que deixar o tempo que não é seu, mas do outro para maturar as próprias verdades; as próprias experiências….

ps: à tarde fomos para o casamento de Samarone e Silvinha. Muito lindo. Momento que quisemos levar Theo junto. Estávamos tão radiantes com tudo. E ele, com sono e querendo ficar em casa, no seu mundinho, pediu para não ir. A babavó estava por lá. Mas eu insisti e levei. Resultado: um Theo insólito. Um Theo não feliz e abusadinho por estar ali. E eu, uma mãe impaciente…. por não tê-lo ali comigo. Resultado: pai que sai da festa para deixá-lo em casa. E mais: eu com a certeza de que não adianta isso com ele. É passar por cima da natureza dele…. alí, no casório, muita gente, muito adulto, muita zoada…. e ele afim das próprias invencionices: tinha feito uma pia, colocou sabão e água; mais três cadeirinhas da mesinha pequena dele como cama. Montou tudo como se monta uma barraca…. e estava ali feliz da vida. Nesse dia, ele que ainda ia ao aniversário das gêmeas Lígia e Penélope, filhas do amigo Aquiles, acabou mesmo foi ficando em casa.

ps1: na saída do judô, Theo comentou. Mamãe, o tatame é massa, mas não gostei disso aqui. Nem fiz judô! Isso quer dizer que a “luta” e a “medalha” têm mesmo outro sentido. A competição ali foi mesmo uma luta pessoal e nessa meu pequeno levou ouro.

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O momento é de muitos amigos grávidos ao meu redor. Aos montes, estão vivendo essa felicidade para além do mundinho deles, de dividir o mundo com mais gente; do tipo que é incondicionalmente e para toda a vida. Estão curtindo o prazer de colocar gente no mundo – seja pela primeira ou segunda vez. Ou seja: um grupo com aquela explosão de sentimentos e sensações novas; e outro, com a paciência e tranquilidade e + felicidade inerentes à segunda cria.

É claro que isso tudo me faz lembrar de minha gravidez. Me faz pensar na próxima também…. dezembro está chegando e com ele, mais um start para um recomeço… viver tudo de novo, diferente.

E viajando em minha gravidez, lembro das palavras doces da sempre docinha Eunir Blanks (com que fiz ioga em preparação para o parto) em conversa com Theo, pela barriga; e das conversas comigo sobre o  mundo com os “braçinhos” abertos que me espreitava. Sobre o amor sem tamanho que ia descobrir….

E tenho, como martelinho na cabeça, o juízo impregnado de uma coisa que ela sempre me falava de que eu, como mãe, não seria mais do que sou. E de que também não seria menos. Seria eu, simples assim. Sem fantasias. Sem encantos produzidos espetacularmente. Pode parecer óbvio, mas na prática, pode funcionar diferente disso.”A gente não engana os filhos. Não adianta tentar ser a super mãe ou a mãe de conto de fadas. Elas não existem e seus filhos vão sempre ver além…” Ou seja, ela dizia ali que não adiantava eu ter tantos medos e nóias para dentro do umbigo. Não adiantava e pronto. E que o filho ia ver sim “os nossos buracos negros da alma”. Não tinha pra onde correr. Mas que os filhos, diferente do que esses medos gritam nos ouvidos maternos, não são cópias nossas (carcaças vazias que vamos colocando alma). Eles podem até copiar… mas eles são eles. É outra pessoa-filho-seu. Mas outra-pessoa-inteiramente.   Ou seja: não são nossas “broncas pessoais” que geram problemas neles. Mas as nossas nóias em relação a isso. O que importa é a metalinguagem…. a metáfora.

Eunir ia mais fundo porque se referia a esse medo e culpa constantes que a gente ganha que nem carimbo na testa a partir do momento que a gente parir alguém neste mundo. É parir e ganhar esses setimentos a reboque. E isso acontece o tempo inteiro. Persegue o juízo de “pães”, pra dar conta da questão de gênero, a vida toda.

A viagem sobre isso é eterna. Sem “tempo” para fazer a curva e retornar. Não tem ponto de chegada. Só a partirda que é dada com o dia do nascimento. E isso me faz pensar agora no meu pequeno. E nos tantos medos que me rondam sobre se estou certa ou não nas decições feitas dia após dia que dizem respeito a nossa vida. E a vida dele agora que refletirá na vida dele lá na frente. E penso também ouvindo a voz de Neusinha, uma dessas amigas grávidas, de segunda viagem, que diz que para esses medos uma resposta boa é muito amor, colo, aconchego. Ponto. A medida, o ponto – para o qual não existe receita pronta – vai ser dada por cada uma de nós, mães. E vai ser sabida também assim, por cada um dia nós…..
Aí o mundo dá uma girada em sua lente e aponta para mim, a mãe de Theo. A barriga.

Eu sou tímida. Muito. Quem me conhece jura que não sou. Porque tagarelo até ensurdecer. Mas sou de-tanto que me sentir insólita é coisa mais fácil do mundo. Sou muito estranhamento em um só ser. Me sinto a mulher girafa de Kundera. A que não tem noção do tamanho e se atrapalha…. não sabe “se caber” nos espaços. Sou pura fama. E só…. diluidíssima em tantos não “saber-chegar”. Mas sou eu só em briefing para chegar noutro lado…
THEO

Como já falei, muitas vezes Theo é do contra. Tudo nega antes mesmo de conhecer. Até conhecer e vê-lo afirmar com atitudes a alegria de estar ali curtindo o que antes negou. Por isso, como diz Ana Amélia, para algumas ocasiões perguntamos para outras não: levamos e vemos no que dá.

Mais ainda tem outras vezes em que respeitar o estilo do outro, a sua natureza…. é o melhor a fazer. Portanto, mais uma vez, essa medida é “mediada” sem padrões, mas na experimentação mesmo. Como comidinha que se faz sem ler a receita, seguindo a sabedoria do paladar.

Pra chegar em Theo e seu judô

Esse sábado Theo vai lutar. Será sua primeira luta do judô, que ele está há três meses apenas e que entrou com muita insistência minha. Afinal, Theo é muito cognitivo mas precisava colocar pra correr o emocional para que chegasse junto a essa disparada do cognitivo dele. Conclusão: exercitar o corpo, o equilíbrio refinado, o toque dos colegas no tatame…. um desafio e tanto para o pequeno grande Theo. Uma indicação já contada aqui sobre o estilo do Sansei e dos ganhos que ele podia provocar na vida do meu pequeno.

A princípio não ia colocá-lo para participar dessa luta. Fiquei “insegura” se competição não faria mal a ele que rechaçou tanto entrar nessa historinha. Seria demais pra ele. Mas quando fui levá-lo ao judô, o Sansei fez questão de insistir para que  Theo participasse da competição. Falou que via o meu pequeno amadurecer a passos largos e que antes tudo ele dizia que não sabia, que achava difícil e que não conseguia… e que hoje, olha nos olhos, derruba a galera, vibra com isso. Ou seja: que deixá-lo competir seria estímulo e não massacre. No final das contas, todos receberiam medalhas. Mas lá no tatame eles estavam aprendendo a ganhar e a perder. E isso faz parte do “jogo da vida”. Eu gostei de ter falado com o sansei. Até assisti a um pedacinho de aula. Theo orgulhoso d´eu estar lá…. se amostrando para mim….

E o que ele falou reflete o que vemos em Theo: amadurecimento. Nosso pequeno ficando “mais grande” como ele diz. Se sentindo mais seguro dos próprios passos. E sim, mostrando a mim e ao pai que não tem isso de ser igual a nós (em nossas inseguranças). O caminho dele é outro. De nós, como diz Neu, muito amor. Amor seguro. De presença presentíssima. De acolhimento e sem neuras. Pra ele, a liberdade. Ou como está em minha nova tatuagem, “asas para voar e raízes para voltar”. Essa frase não é minha e eu não sei de quem é. Mas li na Vida Simples e amei.

Portanto, sábado às 8h estarei gritando por Theo!!!! Vibrando com ele. Orgulhosa. Como sei que mães e pais, amigos, de primeira viagem hoje, estarão logo ali mais na frente com os seus pequenos grandes filhos.

Esse post dedico a eles: pais e filhos. E os seus “amores-culpas-coisas-mais-normal” de pais e mães do mundo. Cada um podendo escolher e realizar suas próprias medidas de felicidade.

Cheia de vida e amor, com Theo na barriga!

Cheia de vida e amor, com Theo na barriga!

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O meu pequeno “terrorista” já vai em sua segunda aula de robótica. Acostumado a ser “Theo-do-contra”, foi a primeira atividade-coisa-pessoa que ele foi de afirmativa e positivamente de primeira: mamãe, a-d-o-r-e-i!!!!!!! A ansiedade para a primeira vez foi tão grande que o resultado foi mais outra aula de experiência para ver o desenvolvimento do pequeno.

Porque, como disse Vanja, a professora, ele tem mil ideias na cabeça. Mas para ter aula é preciso além de ideias (ingrediente inprescindível), uma pitadinha básica de disciplina. Traduzindo: amadurecimento. Ali não é brincadeira.Theo terá que entender os “manuais”. Como ainda não lê, terá que ter calma e paciência para estabelecer outros códigos de aprendizagem. E precisa também guardar todo o material depois que termina a aula. Coisas que a gente já martela no juízo mas que o pequeno insiste em pensar que, como o mundo gira em torno dele próprio, sempre terá alguém para fazer os brinquedos irem para o “guardador” quase que por obra divina do Espírito Santo.

: ) *popularmente conhecida sob a alcunha de Teca, a babavó.

Mas o pequeno está seguindo lindinho. Com o sorriso mordendo as orelhas. Já pediu uma caixa para guardar as ferramentas e ganhou uma caixinha de chave de fenda de verdade; daquelas portáteis. Está feliz que só e já me pediu para colocar o nome dele. Quer dar o troco, claro, ao pai e dizer que agora ele tem as só dele. Invertendo mais ainda a historinha, agora quem terá que pedir emprestado as dele será o pai. Coisa boa essa, não é? Pra ele isso é tudo na vida.

Ps: Desde a primeira aula que Theo já separou um brinquedo na lojinha ao lado da robótica. Um carrinho para montar todinho. Incluindo a parte elétrica. Separou e deu para a vendedora colocar seu nome. Só sossegou o juízo da pobre quando ela marcou a caixa com o seu nome. Não levei o brinquedo logo. Mesmo ele dizendo que seria o presente do Dia das Crianças. Presente tem dia especial para se ganhar. E eu avisei que, pra casa, só levaria no dia mesmo e pronto : ) (coisa besta de mãe metida a cabecista).

Mas ontem, sem ele ver, coloquei na mala. Agora sou eu e minha ansiedade que caminamos numa só cabeça. Ontem, pra provocar, que sou tão pirralha quanto ele, saí com a dúvida: Theo, será que a mulher da loja guardou mesmo teu brinquedo? Será que tu vai ganhar de Dia das Crianças….? O sorriso, amarelo, sem graça e duvidoso, saiu pelo canto da boca entre confiante e aflito. Segunda, sem requintes de crueldade, ele ganha o carro. (E também a certeza de que ele escolheu o que podia levar pra casa. Mas que combinado é combinado).

ps: ontem ele falou que fez uma casa com energia e tudo na aula. Tinha luz que iluminava a rua em frente. Fez um poste. A luz ligava e tudo. E aproveitou para reinvidicar que eu podia “chegar mais tempo” lá para pegá-lo. Porque eu chegava muito rápido. Fiquei pensando em quanto é raltivo o tempo, hein?! E também em como ele está mesmo naquilo que ele gosta, ou como disse Vanja, “que a gente não vá contra a natureza dele. Porque a essência dele tem a ver com aquilo lá”. :) Fiquei feliz. feliz em paz. sinto está fazendo muito bem a ele. E isso é alegria pro meu coração.

ps1: Nadas tem a ver com a robótica, mas com a “cara de pau” do pequeno hoje na hora do almoço. Fui tirar sangue. Peguei uma carona boa. Fomos pegá-lo no colégio e no caminho ficaria no laboratório. E ele no carro: Papai, me deixa antes de deixar minha mãe! Quero ir logo pra casa. Ah, não. Vai levar mamãe antes não. E Michiles: ô, Theo… é caminho. Tu queres que tua mãe vá andando, é? E ele: é pertinho, papai. Ela vai andando pela calçada do Parque da Jaqueira e num instante chega! E eu, tu é bonzinho, hein? Nesse sol todo, eu branquinha….

Voltei pra ele e respondi azêda: então por que tu não vai daqui pra casa que é bem pertinho também andando?

E ele: eu não. Sou pequeno. Posso me perder, não é? Não sei ainda o caminho certinho? : ))

ps2: Tia Hercília em mais uma final de semana de praia levou para ele uma caixa de ferramenta de brinquedo com uns parafusos. Assim que ganhou e enlouqueceu com o presente, já saiu montando várias coisas… e mostrando todo vaidoso pelas invencionices que criava. Tia Hercília está com milhões de pontinhos com Theo. : )

* No final de semana, a mãe aqui sem juízo, libera Theo do banho. Das disciplinas. Não quer tomar banho, dormir bem mais tarde….? belezal. Ali é relax totalis, totalis. E ele acha o máximo. Chegou na segunda passada e contou a Teca que os cabelos estavam duros da piscina. : ) Contou se abrindo…

Depois de uma segunda fora de casa, no trabalho, chegou em casa. Teca me fala: ah, Theo não tomou banho. Combinou que tomava amanhã pela manhã! Meus nervos vão à flor da pele…. como assim, Teca? Ou seja: é quando Teca confunde as coisas e abre para Theo quando não é mais para abrir pra Theo. O combinado é de final de semana. Isso não é regra é a exceção. Na rotina dele, que é importante, está tudo já arrumado. Ele curtindo ou não.

Aqui imagens da máquina de aguar grama que ele fez em casa.

Aguador feito com a carcaça do chuveiro, pedestal do microfone e algum dos fios da casa que ele já deu o ganho

Aguador feito com a carcaça do chuveiro, pedestal do microfone e algum dos fios da casa que ele já deu o ganho

Outro ângulo do aguador de grama de Zé Pedro. Detalhe para a confusão que ele faz na cozinha. : )

Outro ângulo do aguador de grama de Zé Pedro. Detalhe para a confusão que ele faz na cozinha. : )

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Na casa do meu pai, ele tem vários jarrinhos com pimentas de vários tipos. A família toda curte a danada!

Na casa do meu pai, ele tem vários jarrinhos com pimentas de vários tipos. A família toda curte a danada!

Theo gosta de tomar água. Graçias ao Deus da Hidratação que não preciso ficar no pé. É importante, mas ele gosta sem eu precisar dizer que é importante. O que faz a diferença já que ele adora ser do contra. Mas a água pra Theo também serve para não misturar os sabores. Eu fico intrigada, às vezes, com o pequeno. Se ele almoça e resolve comer outra coisa, uma sobremesa, por exemplo, pede água e explica: é pra não misturar, mamãe, o gosto da comida na minha boca. Não gosto de misturar : )

Eu acho graça. Ponto. dou água.

Mas isso é repetido quantas vezes ele mudar de tipo de alimento. Ou seja, se tiver nos lanchinhos e for tomar suco, água antes. Se tiver na pipoca e passar para um sorvete, água antes. É como se ele “lavasse” o paladar antes de meter a boca  noutra opção.

ps: O pequeno adora café. Adora o cheiro do café. Tenho que ficar na cola pra não tomar muito. Faço o dele mais fraquinho, coloco água. Mas ele gosta mesmo. Quando era bebê, gostava de “chupar” o grão de café quando a gente ia almoçar fora e tinha aquele depósito de grãos no balcão.

ps1: De vez em quando pede pra gente por pimenta no feijão. Na verdade, pede a Teca. Não quer nem a pau a que arde. Pergunta mil vezes antes. Tipo: pede mas se certifica vinte vezes que a pimenta é só a que dá aquele saborzinho azedinho mas sem arder definitivamente. Morre de medo! : ) Lá em casa todo mundo adora pimenta. Todo mundo mesmo. Menos o gato…. : )

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