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Archive for 22 de setembro de 2009

Briga de amendoim: curtição para ele e para o pai!

Briga de amendoim: curtição para ele e para o pai!

Theo voltando de viagem com dois saquinhos pequenos de amendoim guardados na minha bolsa por ele para ele. Um, que ele mesmo colocou o pegador de roupa depois de aberto para guardar estrategicamente no lugar em que ninguém ia achar – minha bolsa – para comer depois. O outro, outro. Saco cheinho e ainda fechado dado pra ele por Tia Hercília, que sabendo de toda a estratégia do pequeno para não ficar sem amendoim, mandou que eu colocasse junto na bolsa. : )

Na volta para o Recife comeu o pacotinho do pegador e ainda o outro… e, com olhar de risinho safado, disparou para mim: “Mamãe, avisa a papai pra ele colocar a mão pra trás. Quero dar amendoim pra ele”. :) Eu avisei a Michiles (como se precisasse diante de toda a distância física de três pessoas no mesmo carro) e ele colocou a mão. Theo colocou umas três sementinhas de amendoim (como ele chama) e pronto. Kennedy, prontamente, perguntou ironizando: “Vai fazer falta não, filho?” E Theo, se abrindo, disse que não ia dar mais não. “Tá bom, papai”.

E continuou querendo atenuar a atitude da pouca-vontade-de-dividir: “papai, sabia que toda vez que penso em amendoim eu penso em tu. Eu penso em tu antes mesmo de pensar na palavra amendoim. Antes dela vir na minha cabeça, assim, já penso em tu. Rapidinho. Eu lembro e penso em tu. Toda vez. Amendoim é tua cara. : ))) Falou, como é seu, pontuando as palavras com as mãos, enquanto eu assistia a falação com vontade de me pendurar no pescoço dele e dar montão de beijinhos.

Kennedy, já no bolso, disse o mesmo e completou: Theo e papai são bem parecidos. Os dois adoram amendoim. : ) Na verdade, como falei aqui, é dos dois e mais ninguém, a “implicância pelo saco de amendoim”.

Theo riu com carão de satisfeito de ser igual ao pai. Todo orgulhosão.

Ps: Gosto de mexer com Theo. Tirar ondinha com a cara dele. Sempre. Faço isso muito. Um dia desses, eu e Michiles brincando na mesa, começamos. Eu, primeiro: “Theo, vou trocar teu pai. Tu deixa? Vou arranjar outro, filho. Um massa, mais bonito, mais legal. E ele vai vir cheio de ventiladores pra tu, que achas? E ele com aquela carinha de estão-tirando-ondinha-de-minha-cara-mas-o-que-eu-responder-será-muito-importante: “Não. Não quero outro pai. Quero só esse. ” Respondeu entre sorrisinho de graça-sem-jeito-e-se-essa-doida-resolver-trocar-mesmo. : ) A gente quebrou a “tensão” caindo na risada. Pra relaxar, claro…. e ele riu aliviado. Já está acostumado com os pais. Mas, não satisfeito por ter respondido a negação de boca cheia, completou: você cuida do meu pai e ele de você. Eu sei que é assim. : ) Como se trocar qualquer pecinha daquela arrumação ali não fizesse o menor sentido pra ele. : )

Pausa. Já me peguei pensando no que Theo pensa de nós, enquanto dois-juntos. Casal. E achei tão lindinho aquele comentário dele. Tão afetuoso. Para ele, fazemos parte de uma mesma historinha, com ele no aposto.  Sempre complemento pra fazer sentido. Ficamos felizes com o comentário. Mesmo.

ps: como mexer com Theo é de praxe, lá na praia, tirei onda dizendo que a vassoura da casa é meu transporte. : ) E que ele não me “arrete o juízo” que eu pego a vassouro e viro bruxa. : )) Ele ri da minha ondinha. Ponto. Noutro momento, Kennedy entra na casa, nós lá fora, só Theo e Cris, pessoa que está ajudando a dar conta da casa nessas horas. Eles conversando, Kennedy escuta Theo dizendo:

“Cris, não mexa nessa vassoura não que é da minha mãe. É o carro dela, viu?!”. : ))) Kennedy volta pra fora da casa se abrindo e tirando ainda mais onda: “vai, visse…. teu filho tem certeza que tu é uma bruxa….”. :))))

ps1: Lulu tem sido inspiração de Theo. Com 9 anos, é a filhota mais-nova-e-virada-e-muito-da-fofa- de Paulo Emílio e Hercília (carinha de um, jeitinho do outro); companhia dos finais de semana de praia. Lulu daria um blog a parte. Respostinha afiada sempre na ponta da língua. : ) Deu certinho ela e Theo. Uma de Lulu: a irmã mais velha pergunta no carro (pergunta-com-abuso por conta de uma defesa que a pequena fazia em relação a algum assunto que se falava): o que você vai ser quando crescer? Advogada, é? Não. Velha, né?!

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