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Archive for julho \31\+00:00 2009

O motor do carro que ele bolou

Pela manhã Theo e seu carrão passeando pela casa! : )

Esse motor tem fonte de computador, cooler, fio de alguma máquina que ele cortou e a grade do ventilador

Esse motor tem fonte de computador, cooler, fio de alguma máquina que ele cortou e a grade do ventilador

 

Um passeio com seu carrão e seu ventilador

Um passeio com seu carrão e seu ventilador

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A aventura de andar de metrô

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Comecinho do passeio…. 

THEO7

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O último vagão da farra

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Theo e Lua (Ivan e Carol que se cuidem…) ou como diz Ivan, Theo é que se cuide… : )))

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O grande Pedro Maia, Theo e Lua, toda prosa….

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Luiz Eduardo, Pedro Maia, Theo, Lua e Clarinha fazendo pose

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Theo na manguaça….

E abaixo, final da farra na Casa da Cultura

 

 

THEO1

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Papo muito estranho de hoje….

Hoje fomos visitar o Palácio do Campos das Princesas. Como o projeto do colégio será o Recife, as mães – que temos uma lista de troca na web – combinamos fazer o passeio guiado na casa do Governador.

Isso merece outro post e depois eu coloco aqui, com direito a foto e tudo.

Now, vou “desabafar” a conversa que tivemos no carro.

Todos os coleguinhas vão agora lanchar no Bugaloo (confesso que “de pronto” não é para nós uma boa opção por conta das restrinções de comidinhas pra Theo), mas como ponderação nessas horas é a palavra chave a gente se atreve em nomo da farra e da confraternização.

Theo então no carro:

Mamãe, você não gosta de mim… essa é a questão…

Eu não quero ir ao Bugaloo e você insiste em me levar. Mas eu não quero.

Você não liga pra mim. Quando vamos pras festas você não está nem aí pra mim. Gosta mais de Pedro Maia do que de mim….

de cara!!!!! Como assim, Theo????

Esse diálogo começou porque disse a Theo que hoje teríamos que ir comprar os presentes de Nina e Pedro Maia que amanhã fazem festinha pra comemorar o aniversário. Aí, para dar ênfase ao convite para ele ir ao Bugaloo, disse que os amigos dele estariam lá; que Pedro Maia, que é um cara bem legal, estaria lá …

Daí ele desenrolou a falar isso.

Mãe é nóia. Essas duas palavrinhas são sinônimos. Atire a primeira pedra a mãe “cabecista” que disser que jamais engoliu corda na conversa do filho.

Estou passada!!!! E eu falei pra ele “melosamente” que ele era a pessoa mais importante da minha vida, que amava ele muito, muito, muito do tamanho do planeta. (É que a gente costuma fazer essas comparações para expressar o “tamanhão” dos sentimentos….)

ps: fiquei pensando se: será que fico tão estressada para que ele brinque com as coisas e pessoas que acabo não dando atenção ao que realmente é importante: ficar com ele?  Ou Theo está “jogando” e eu estou correndo sérios riscos de cair na lábia dele?

Help….(? ) alguém???????

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Eu quero ser pai, mamãe…

Indo para a escolinha de artes: mamãe, quero ser pai. Quero ter um filho.

Meu amor (rindo muito por dentro) você vai crescer, encontrar alguém legal, namorar, casar, ter sua casa, família…. como mamãe. E aí você vai poder ter filhos. E ele: quero mais não mamãe.

Eu já tenho um filho: Miró (o gato mais conhecido e apelidado por ele de biro-biro).

: )))) Risos dentro do carro.

ps: às vezes Theo, antes de sair de casa diz: olhe, Miró, papai vai sair mas não tem problema não. Quando voltar ficamos juntos… tá?! : ))

Discursos repetidos é o que mais a gente vê e escuta. Mas a gente não esquece de que mais do que discurso repetido, vale a máxima faça o que eu faço, não o que digo. Portanto a gente sabe que a “copiação” “mais grave”, digamos assim, está em nossas atitudes.

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Bolacha de Theo, com imagem retirada da página da Sem Glúten, da Marilis

Bolacha de Theo, com imagem retirada da página da Sem Glúten, da Marilis

Como o assunto está em voga no juízo, fui atrás de um site onde compro delicinhas pra Theo via Internet (www.marilis.com.br). Aproveitando que a  mãe de minha amiga Milena (que hoje pousa em Sampa) virá simbora neste finde, fui fazer um pedido: bolacha de água e sal (não faço a menor ideia nem do gosto) e waffer de baunilha (esse Theo já comeu noutro pedido que fiz no site e adorou). Estou ansiosa. Muito.  Como falo que só a gota e ansiedade pra mim é brinco, acabei ja avisando a ele. : )))

Até segunda ele deve estar com os novos lanchinhos. Tic tac tic tac….

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E a bolacha cream cracker voltou ao papo

Ontem à noite, coincidentemente, estávamos conversando e Theo veio com a seguinte história:

Mamãe, às vezes tenho vontade de comer a bolacha que Teca (a babavó) come (bolacha cream cracker), sabia?

Na lata, como sempre quando o assunto é isso, eu disse:

Coma, filho. Você vê mamãe comendo?

E ele: não. Então….? Eu nem como… porque esqueço até que tem, porque não está na listinha dos alimentos que eu mais gosto e, inclusive, porque apenas me engorda (não alimenta nem meu paladar e nem me mata a fome).

E ele…. eu só disse que às vezes sinto vontade. Também não quero comer.

: )

ps: ontem quem me colocou pra dormir foi Theo. Deitei na cama exausta e pedi a ele pra me contar uma historinha pr´eu dormir. O danadinho começou a contação e eu apaguei. Achei o máximo isso. Companherismo dos bons. Delicinha!

ps1: Hoje foi dia de tarde com passeio de metrô. Quando baixar as fotos, vou postar imagens da aventura: 30 pessoas, entre 15 crianças. Fiquei encantada com o programinha que já é do metrô e que a gente nem sabia que rolava: passeio guiado. Muito organizado. Obrigada, Dil. Um sucesso!!!! A criançada amou.

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Contém ou Não Contém Glúten eis a questão

Felicidade é isso também: pra ele e pra mim....

Felicidade é isso também: pra ele e pra mim....

O final de semana, por conta da história do Deputado e o Glúten, foi pensando em Doença Celíaca (adendo para a visita de Paloma, que eu conto em outro post por aqui).

O negócio é que Theo já chantageou muito usando a comida como moeda.

Ainda chantageia. Mas em menor dimensão.

Na verdade, hoje até tem coragem de dizer: mamãe, não quero comer mais. Minha barriga está doendo… acho que comi alguma coisa com glúten…. num tom completamente blasé (pilantral)

Deus que me perdoe se tiver sendo injusta (já com o peso da culpa no juízo)… mas vejo na cara dele  “a cara de pau” de estar dizendo uma coisa que não é verdade. Mas só desculpa para não comer o resto da comida ( o restinho do santo é pra Theo básico!!!).

Não abro. Nessas horas não abro. : )

Mas antes não era assim… a chantagem era real e nem ele e nem a gente sabia dar nomes aos bois.

Quando a gente descobriu a DC (intolerância ao glúten), ele tinha acabado de fazer 2 aninhos. Ou seja: não curtia comer. Comida deixava ele mal. Tinha barriga inxada; cólicas, fazia muito coco (sabe socó?), parou de crescer, perdeu bruscamente peso…. ficou com anemia crônica e teve atrofia no músculo da bunda. Perninhas e braços magrinhos, e “barrigão” na altura do tórax….

Bem, demoramos seis meses para descobrir, na verdade. E tivemos muita sorte de ter uma pediatra (Neíse Montenegro) antenada com as possíveis causas daquilo que estava acontecendo com o pequeno.

Afinal, para Theo, que parou de mamar aos seis e definitivamente aos oito – era normal perder peso depois que deixou o peito de lado. Normalíssimo aliás…. toda criança dá uma esticada e emagrece.

Só que aí, neste momento, junto com o normal veio aceleração do que não era mais normal. E começamos a fazer os testes até chegar a biópsia do intestino delgado. E a confirmação da Doença Celíaca. 

Confesso que a pior parte foi essa: agarrar Theo nos braços e “permitir” que a médica enfiasse aquele anestésico na cara dele e ele apagasse… (foi essa a minha leitura de mãe, fazer o que? Sou mãe) : )

Mas com o resultado em mãos, uma espécie de alívio e “medo”. Alívio porque a partir dali tudo iria se resolver;  Theo ia recuperar o “tempo perdido” do crescimento e tudo ficaria massa (a recuperação é rápida e o tratamento a dieta. Ou seja: mel na chupeta). Medo? Besta de comecinho mesmo quando a gente ainda está meio perdida nas coisas que teremos que fazer para se adaptar a “nova rotina”. Ululantemente falando “o novo sempre assusta”.  

Capítulo 1

Theo, por conta das complicações da DC, estava com uma esofagite profunda. A comida tinha feito tanto mal, que ele não sabia comer com prazer… ou seja: a gente ia ensinar – começando dali – a Theo comer, aprender a experimentar os alimentos, as texturas e a ele não ser retincente de que, ao comer, não ia mais passar mal. Essa tarefinha foi mais cabulenta do que propriamente mudar a alimentação e certos “procedimentos” do preparo e uso das coisinhas da cozinha e alimentos.

Ainda estamos nesse capítulo um pouco. Ele ainda não experimentou tudo que podia…. e caminha passo a passo. Mas a gente relaxou geral e tudo tem sido no tempo que deve ser mesmo. 

Capítulo 2

A casa da gente mudou a alimentação. Não entra trigo lá em casa pra nada. Tudo que é com trigo, fazemos com a FSG (Farinha Sem Glúten, uma mistura de farinha de arroz, fécula de batata e de mandioca). As receitas ficam mais “ressecadinhas” que o “normal” mas tão gostosas quanto. A gente sai dando o nosso ponto colocando emolientes naturais como suco de ameixa, amido de milho…. essas coisas. Substituimos o macarrão da casa pelo feito de arroz, granola pela especial sem glúten, feita com outros grãos e aprendemos a comer até de maneira mais saudável.

Adendo: não faça careta de estranhamento se for em minha casa tomar café e eu colocar o requeijão de colher no prato pra só depois meter a faca e passar no que eu quiser. Como o requeijão é de todos ( e pão normal muitas vezes entrar em casa) assim é a maneira mais fácil para não contaminar. Na verdade, Theo tem panelas e escorredor dele. : )

Pra gente isso é ótimo. Confesso que hoje não sinto a DC como algo “complicado” para se viver. Nada mudou mais. Na verdade, tudo ficou melhor. Eu, por opção, (confesso: e por ser Celíaca de sangue – tenho a carga genética mas meu reloginho ainda não disparou) como glúten em pouquíssimas quantidades pra meu corpo não estilar. Em casa, portanto, praticamente não como. E a família toda já estáligada. Os primos também já estão no automático… na escola também. Na verdade, esse é um detalhe que merece um capítulo a parte. Lá no colégio o lanche é coletivo. E mesmo assim uma boa. Os colegas já sabem e ainda comem o lanchinho de Theo (Pedro Maia e Benjamim são os campeões em dar o ganho! ). : ) Quando é pão com requeijão, fazemos o pão em casa e mandamos ele todo. E aí todos comem juntos.

A Teca de Theo (a babavó) chama a FSG de a farinha de trigo de Theo. acho engraçado. Porque já nos ambientamos geral. Quem visita e não sabe das restrições e come lá em casa nem nota: come lasanha, rocambole, bolo de rolo…. bolo…. juro que não nota mesmo. : ))

Capítulo 3

Theo não liga. Theo é desenroladíssimo. Não come nada com glúten nem a pau (apelamos para a memória dele). Pode ir pra qualquer festinha de aniversário sem a gente. Pode oferecer de rodo. Pode tripudiar em cima dele: passar bandejas de comidinhas que ele nem se altera. Isso é massa mesmo. Ou melhor: não é massa!  (Theo, perdoe sua mãe pelo trocadilho infame) : )  

Isso me deixa muito orgulhosa dele. Muito. Porque a gente não fala mais disso em casa. E quando ele pergunta, a gente responde tranquilinho, tranquilinho. Às vezes ele até diz: que saco, mamãe, isso ter glúten. É um saco não comer tudo que quero. Mas isso é puro charme dele….

E a gente responde na lata: que saco que nada, filho. saco é comer alguma coisa e passar mal. Poxa, que saco passar mal. Eu é que não queria. Falo que tem gente que pode e não quer comer por opção, que tem gente que não pode açúcar ( o pai é diabético tipo 1), que tem gente que não gosta….

Isso tem funcionado sempre. Uma vez já deixei bolacha cream cracker nas mãos dele e mandei ele comer… disse: experimente, filho. Você sabe que passa mal, mas você está querendo? Então coma. Mas não venha reclamar que está passando mal. Porque isso você já sabe. E é besteira não comer isso se tu pode comer mulhões de outras coisas legais… birra besta, não é, filho?

E ele joga fora a bolacha e ainda lava as mãos (por conta da contaminação).

Ou seja: temos um filho pra lá de especial. Que nos deixa orgulhosos sempre. Sobre isso então, sou só elegios, orgulho, peito cheio!

Adendo1: de toda forma sou a mãe tapawer. Sim, pode não ser “in na etiqueta” mas, sem cerimônia, eu estarei lá linda, num restaurante ou numa festinha, oferecendo lanchinhos ao meu pequeno.

ps: mas aí vem um deputado desse pra tentar mudar a Lei e prejudicar tudo. Provavelmente ele se acha imune…. é sempre assim quando ficamos desse lado da história em casos assim… nos achamos imunes.

ps: Theo, saiba (quando você desenrolar a leitura vai ver isso escrito aqui) que sua mãe, mais jovem e mais boba, já tirou onda dessa inscrição em rótulos. Lembro de fazer compras pra uma farrinha de fim de semana e dizer: mas compra sem glúten, porque isso vai mudar tudo na minha vida.

E não é que mudou, filho?! Sei exatamente hoje a importância disso no rótulo. Tenho mesmo. Perdão por ser tão boba. A gente apanha mesmo pra aprender. Faz parte. Mas estou contigo e não abro nem pra um trem.

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