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Archive for 27 de junho de 2009

Hoje o dia foi daqueles….

Novela básica pra Theo almoçar.

Deu 12h30 e eu vi aquele abusinho chegando. Como acordamos muito cedo, já era a hora de Theo almoçar. O abuso era uma mistureba: sono e fome. E ainda queríamos visitar tia Telma quando saíssemos dali. Portanto, era bom Theo sair almoçado. : )

Theo, vamos almoçar, meu amor?

Não quero.

Mas, Theo. Está na hora, filho. Vou colocar.

Quero feijão.

Mas meu filho, não quer um pirãozinho?

Não.

Então fui colocar o feijão. E Theo: não vou almoçar. Só se você me der a batedeira. Falou comigo, com Sandra (que trabalha na casa do meu pai) e nada. Foi apelar para o avô: vovô, eu quero brincar com os garfos da batedeira.

Vovô: mas filho….. não invente. Vá almoçar. Para quê você quer brincar com a batedeira.

E Theo, naquele falar de gato miando: eu quero… Foi choro, drama, birra….e  a comida lá, em minhas mãos.

Theo acabou comendo. Acabou não pegando na batedeira. Mas foi até o final do prato assim… fazendo uma chantagem pesada.

ps: é muito natural que isso aconteça: as chantagens. o problema é o “objeto” de desejo que faz parte da ação: secador de cabelo, ferro de passar, cafeteira, batedeira (sim, Theo já pediu para tirar o microondas ou o ar-condicionado da parede, pode????).

Minha sobrinha, Gabi, na idade dele, também já fez birras do tipo. Hora da comida então…. a criançada geral faz. Gabi já fez birra pra comer chocolate ou chiclete antes de almoçar, de não parar de brincar de boneca para almoçar…..

Mas o surreal pra gente é ter que explicar -para sempre- uma “explicação” que não tem explicação, na real. Máquinas do tipo não são brinquedos. a gente e ele sabe disso. mas, sabe chover no molhado? É isso.

Chover, chovendo chuva no molhado que a chuva molhou.

Saimos pra ir visitar Marcelo, Joli, Maria e tia Telma. E Theo: eba, estou curioso, mamãe para ver de novo o ventilador da casa de tia Telma.

Nós fomos.

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Na casa de painho. Theo tinha um ventilador para brincar. O nome, dado por Nini (esposa do meu pai), é Rato Seco. O ventilador no tempo em que Theo brincou por lá não era quebrado. Mas o danado acabou quebrando para a felicidade de Theo. Quebrar significa dar a ele.

Nini, pra brincar com ele, disse do que tinha acontecido com o Rato Seco. Mas avisou que nada de dar assim…. dado. Ela queria fazer uma combinação. Uma troca. Ela dava o Rato Seco e ele o que Tia Wandira tinha dado a ele (um pretinho que não tira a grade, portanto Theo dá uma escanteada).

Nini simulou a troca com as mãos: você coloca aqui e eu lá. Tá feito.

Theo não queria muito não…. mas como o Rato Seco era o sonho de consumo do momento, estava valendo os sacrifícios…. : )

Nini acabou cedendo. Rato Seco veio aqui pra casa.

Bem…

Hoje, ao chegar na casa de painho ele saiu com essa:

Mamãe, eu sei porque Nini não quer comprar um ventilador novo. Ela não vai comprar porque sabe que se comprar eu vou querer brincar….

E a gente: que nada, Theo. Ela não comprou ainda porque não quis, filhote. E se ela comprar tu não vai brincar, porque tu sabe que ventilador não é pra brincar… ainda mais novo e não sendo seu (quebrados).

E ele: eu não gosto mesmo do que ela quer: ela só quer trocar. Gosto não. : )

e a gente: novidade !!!!!! : ))))

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Um sonho pra Theo: loja de eletrodomésticos. No top, a de ventiladores!

Um sonho pra Theo: loja de eletrodomésticos. No top, a de ventiladores!

Theo é “pilantra” : )))

No caminho do colégio pra casa veio: mamãe, se você vir alguma loja de ventiladores tu para?

Eu: não, Theozinho. Estamos indo visitar vovô. Mamãe nem tomou café. Estou com fome. Além do quê, já conversamos sobre isso: não vamos comprar ventiladores pra você. Os quebrados, beleza.

Mas mãe. Só porque aquele quebrou num acidente não quer dizer que vou quebrar os outros. (ele lembrou do ventilador novinho que ganhou e quebrou a hélice caindo do banco. O pai, como estratégia de desvio de foco, disse que ele não cuidava do que tinha. E que não ia comprar pra ele ficar quebrando).

Aí, ele (pilantrando). Mamãe eu vi um ali naquela casa (vendo pela janela do carro – carro passando). Era tão lindinho, mamãe (voz beemmmmmm manhosa!!!!!!!), tão fofinho…. Ô, mãe. Tu ia arrasar se entrasse numa loja e comprasse pra mim.

Para tudo que eu quero descer.

Silêncio. Tem horas que não dá para ficar repetindo os discursos. Até porque, ali, era um “sabido” tentando “engabelar” o outro. O discurso do discurso. A metalinguagem. Theo sabia exatamente onde queria chegar e a estratégia de como chegar. E a gente também (pelo menos achava que sim). Quem se renderia??

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Ele e Rebeca, professora do colégio, por quem ele é tão encantado

Ele e Rebeca, professora do colégio, por quem ele é tão encantado

Hoje foi dia do São João do colégio. Às 8h. Theo acordou 10 minutos pras 6h. Olhos colados, pai e mãe começando a maratona do dia. Vamos arrumar Theo de matuto (Ciara, flor. Show a blusa). Pra sair de casa aquele preguição de Theo.

MANZANZANDO….   descaradamente ….  “esticando o tempo” até onde não podia mais… em slow motion…. rotação diminuída.

Vamos, Theo. Estamos atrasados filho. Bora colocar a roupa. Tem que escovar os dentes. Theo…. Theo……

Antes de sair, com o relógio batendo às 8h, Theo começa: mamãe, meu cooler. Quero levar meu cooler. Mas filho…. tu vais dançar. Não tem como fazer isso com um cooler na mão. Não tem problema, tu segura.

Parei. Pensei. O joguei o meu caô: filho, vai acabar perdendo. Tu vai brincar… aí vai se empolgar com a dança e deixar no primeiro canto que aparecer. Tu sabe que tu adora dançar. Resultado, como cooler não é brinquedo e, fora da fonte não tem utilidade, vão mandar para o lixo da reciclagem. E aí foi-se o cooler!

Saiu chorando. Choro miado. E eu, toda “boazinha” (ainda) consolando. Por ele tinha levado e ponto.

Chegou no colégio fez cena: não abriu mão de que mostrássemos a Rebeca, sua professora, o vídeo da lavadora cantando (Melô da Lavanderia). Ele sabe a música todinha. Rebeca me contou que ele canta direto.

Mostrei uma vez e corri pra quadra. Ali não dava mais…. ia ser dramão mexicano. O jeito era dar o sumiço mesmo e esperar ele entrar na quadra transformado: “dançando e pulando que só uma guariba”. :))) E nós orgulhosérrimos.

ps: nem precisa dizer que cenão a culpa é da mãe. Mãe é culpada a partir do momento que pariu. Desde então, o carimbão está lá  pra marcar a testa: CULPADA.

ps1: O post é para a professora Rebeca, que Theo tanto gosta. Boas férias!!!

Aqui está o Melô da Lavanderia que ele sabe de cor e salteado.

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